segunda-feira, 31 de março de 2008

Outros poemas/Paulo Sérgio Pinheiro/Eduardo Gudin/Marcia





Se não te cuidares do corpo, cuida teu espírito torto que teu corpo jaz perfeito.
Se não te cuidares do peito, cuida teu olho absurdo que teu peito tomba morto, diante de tudo.
Se não te cuidares, cuidado! com as armadilhas do ar.
Qualquer solto som pode dar tudo errado.
1975

5 comentários:

::Soda Cáustica:: disse...

Olívia sempre recitava este poema pra mim :)

Nilson disse...

É isso aí, divinos maravilhosos, aquele tempo e aqueles versos!!!

cacos meus botoes disse...

Olha, Nilson, divinos e maravilhosos são esse tempo agora que ainda podem contar com um poeta da sua estirpe. E viva a poesia! Grande beijo, c.

Larissa Marques disse...

não seria Paulo César Pinheiro?

cacos meus botoes disse...

Claro, Larissa, vc tem toda razão. Paulo Cezar Pinheiro, sem dúvida. Obrigada por corrigir. Abraço, c