
Por sugestão de Paulo Galo, do blog do galinho, um dos amigos de "cacos", estou aqui nesse paraíso onde somos todos amigos do rei. De lambuja encontrei hoje à tarde com todo o pessoal do Barlavento, isso é que é celebridade, indo tocar em Nazaré. Abaixo, reflexões sob a forte chuva desse sábado de aleluia.
Houve um tempo em que cada ser humano podia viver, no máximo, 100 anos. Esse era o tempo da ignorância.
Nietzche matou Deus e aguardava, com isso, muitas auroras. Não alcançou, coitado!
Marx quis matar o capitalismo com a doença infantil do comunismo. Ao deixar o lúmpem fora desse jogo cometeu um erro cruel e foi castigado pela história.
Freud estabeleceu o inconsciente, radical revolução de perspectivas, onde o eu não é dono nem de sua própria casa. Esbarrou no rochedo da castração.
Lacan superou o mestre, propondo a travessia do rochedo, a travessia da castração. Esbarrou na sua masculinidade e morreu como $ (sujeito barrado).
Hoje a psicanálise realiza o sonho de Lacan que, ao propor a propagação do discurso do psicanalista (1970), já não espera sua articulação e suas consequências. Coloca-as em ATO.
Qual o limite do homem? Pergunta oportuna para ano de jogos olímpícos. Realizada a metáfora do Nome do Pai, ou seja, dentro da Lei, não há limites.



