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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

De volta à rede!

Estive tão ocupada, mas tão ocupada, que quando ligava o computador mal tinha tempo de ler e responder meus emails! Nada de inspiração para postar o que quer que fosse, nem uma linha... Resolvi não me torturar mais e esperar o trabalho acabar, afinal tudo na vida passa, para poder dar um pouco mais de atenção ao "meu querido blog"!
Agora, aproveitando uma folguinha até o próximo trabalho, que felizmente já está a caminho, resolvi dar um alô pras pessoas que, como Marcus Gusmão, não aguentavam mais ver eu botar a culpa em Fidel.
Notícias desse tempo ausente? Um seminário com o psicanalista francês Charles Melman, aguardado por mim com muita expectativa, mas que acabou sendo um pouco frustrante pelo fato de não ter ouvido nenhuma novidade. Conheço sua obra, e talvez por isso não me surpreendi, ao contrário da grande maioria da platéia, com suas afirmações. Admiro sua habilidade em expressar-se mas isso também já era esperado. Não fui ao TCA, preferi pagar bem menos num espaço privado, no que fiz muito bem.

sábado, 22 de março de 2008

Reflexões de Mutá


Por sugestão de Paulo Galo, do blog do galinho, um dos amigos de "cacos", estou aqui nesse paraíso onde somos todos amigos do rei. De lambuja encontrei hoje à tarde com todo o pessoal do Barlavento, isso é que é celebridade, indo tocar em Nazaré. Abaixo, reflexões sob a forte chuva desse sábado de aleluia.

Houve um tempo em que cada ser humano podia viver, no máximo, 100 anos. Esse era o tempo da ignorância.
Nietzche matou Deus e aguardava, com isso, muitas auroras. Não alcançou, coitado!
Marx quis matar o capitalismo com a doença infantil do comunismo. Ao deixar o lúmpem fora desse jogo cometeu um erro cruel e foi castigado pela história.
Freud estabeleceu o inconsciente, radical revolução de perspectivas, onde o eu não é dono nem de sua própria casa. Esbarrou no rochedo da castração.
Lacan superou o mestre, propondo a travessia do rochedo, a travessia da castração. Esbarrou na sua masculinidade e morreu como $ (sujeito barrado).
Hoje a psicanálise realiza o sonho de Lacan que, ao propor a propagação do discurso do psicanalista (1970), já não espera sua articulação e suas consequências. Coloca-as em ATO.
Qual o limite do homem? Pergunta oportuna para ano de jogos olímpícos. Realizada a metáfora do Nome do Pai, ou seja, dentro da Lei, não há limites.